Capacidade de Carga de Estacas

Informe a estaca — tipo, seção, dimensão e comprimento —, as camadas de solo e os N de uma sondagem SPT para estimar a capacidade de carga e a carga admissível pelos métodos de Aoki-Velloso e de Décourt-Quaresma.

Gráficos

Estaca

Tipo
Seção

Área da ponta Ap = 0,1257 m², perímetro U = 1,257 m. A cabeça da estaca fica na superfície.

Camadas

  1. m
  2. m
  3. m

Do topo para baixo, cada camada com o solo da classificação de Aoki e Velloso e a profundidade da sua base. Devem ir até a ponta.

Sondagem SPT

Prof. (m)NSPT

Um N por ensaio, em geral a cada metro. Devem ir até a ponta; o de logo abaixo dela entra na ponta de Décourt-Quaresma.

Projeto

Pa = R/FS; a NBR 6122 pede FS = 2 para métodos semiempíricos. Cargas admissíveis abaixo de P são destacadas.

  • Cada N representa o trecho entre o seu ensaio e o de cima (o primeiro, a partir da superfície); a cabeça da estaca fica na superfície e a ponta toma o N do trecho em que está.
  • Aoki-Velloso: rp = K·Np/F1 e rl = α·K·N/F2, com K e α do solo de cada trecho (Aoki e Velloso, 1975) e F1 e F2 do tipo de estaca (Cintra e Aoki, 2010).
  • Décourt-Quaresma: rp = α·C·Np, com Np a média dos N na ponta, logo acima e logo abaixo dela; rl = β·10(Nl/3 + 1), com Nl a média ao longo do fuste sem os N usados na ponta, cada um entre 3 e 50. α e β de Décourt (1996) para estacas escavadas, hélice contínua e raiz; 1 para as cravadas.
  • N acima de 50 é tomado como 50. A carga admissível é R/FS (NBR 6122 pede FS = 2 para métodos semiempíricos); em estacas escavadas, a ponta leva no máximo 20% dela.
  • O gráfico do comprimento põe a ponta na profundidade de cada ensaio, com a mesma estaca e o mesmo perfil.
  • O 3D é uma ilustração: as barras acima da cabeça das estacas moldadas in loco (φ16) e a base da Franki mostram a obra como executada, mas não são dimensionadas aqui, e a base não entra na capacidade.